O exame de toque é ainda uma das melhores formas de prevenir, através do diagnóstico precoce, o câncer de próstata. A doença é a segunda que mais acomete homens no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele.

 

Feito por um médico urologista, o exame costuma ser temido pelos homens, por conta do preconceito e tabus, entretanto, o procedimento não deve ser evitado, podendo desencadear graves consequências aos homens.



Quem precisa fazer o exame de toque?

 

É recomendado pelos médicos que todos os homens com mais de 50 anos façam o exame de toque. Para aqueles com histórico familiar de câncer de próstata, a necessidade de fazer o exame cai para os 45 anos. A periodicidade precisa ser de uma vez ao ano. Caso identificado em sua fase inicial, as chances de cura são muito maiores, além dos procedimentos serem menos invasivos.

 

O exame ainda enfrenta o preconceito por muitos homens. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), só em 2017 cerca de 15 mil homens morreram em decorrência do câncer de próstata no Brasil. Por este motivo, o exame periódico é muito importante para detectar a doença o mais cedo possível.


 

Como é feito? O exame de toque retal dói?

 

O exame de toque é feito pelo médico urologista e tem uma duração média de um minuto. O profissional introduz o dedo indicador com uma luva látex ou plástico no ânus do paciente até sentir a próstata, que fica localizada na parte da frente do reto. Através do toque o médico irá identificar a presença de um nódulo ou, até mesmo, perceber a consistência da próstata.  

 

Geralmente, o procedimento é feito com o paciente deitado sobre o lado esquerdo, contudo, também pode ser realizado na posição genupeitoral, com os joelhos e o tórax apoiados na maca.

 

Em casos onde, através do exame de toque é detectado a suspeita do câncer, o médico poderá solicitar o exame PSA. Se forem detectadas outras alterações, o médico poderá solicitar mais exames complementares.


 

Câncer de próstata e exames complementares

 

Além do exame de toque, o médico poderá solicitar também o exame de PSA, uma enzima produzida pelas células da próstata, onde podem ser detectadas alterações como hipertrofia benigna da próstata, prostatite e o próprio câncer da próstata. O procedimento é feito através da coleta do sangue do paciente, além de ser um exame simples e indolor.

 

Em caso do diagnóstico de câncer na próstata, o valor do PSA pode permanecer normal, por isso, o exame de toque ainda é a forma mais eficaz de detectar o problema. 



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